Ensine

Espiritualidade, Neurociências, Sentimentos

Interdisciplinaridade na Educação

“Eu desenvolveria na criança suas mãos, seu cérebro e sua alma.
As mãos quase se atrofiaram, a alma foi totalmente ignorada.”
Mahatma Gandhi

“Lutar pelo direito que tenho de ser respeitado e pelo
dever que tenho de reagir a que me destratem.”
Paulo Freire

O Seminário Ensine Espiritualidade, Neurociências, Sentimentos Interdisciplinaridade na Educação convida educadores a se reunirem em torno de uma concepção sobre o Ser Humano que revele a sua complexa condição.

Ao longo do tempo, homens e mulheres têm sido educados sob o paradigma cartesiano. Hoje, diante da crescente turbulência exposta em todas as áreas da atuação humana, este pensamento passa a ser questionado. Neste contexto, as pesquisas neurocientíficas, assim como a aceitação da capacidade de transcendência do ser, que vem sendo desprezada há centenas de anos e, a expansão da expressividade dos sentidos, são de fundamental interesse para o enriquecimento do processo ensino-aprendizagem.

Este seminário interdisciplinar, ao enfocar a inteireza do ser físico, emocional, mental e espiritual, abre espaços para a reflexão e construção de outros modos de aprender e ensinar, considerando os aspectos problemáticos e contraditórios da sociedade brasileira e planetária. As gerações futuras – nossos filhos, nossos netos, necessitam viver num Brasil e num planeta onde Beleza, Alegria e Justiça sejam possibilidades reais para todos os viventes.

O Ensine adota os princípios de Inteireza e Inclusividade, organizando o trabalho sobre os valores do Respeito, da Gentileza e da Cooperação.

O evento é dirigido a educadores e a todos que se interessam por uma educação comprometida com um projeto ético. Desenvolve-se mediante palestras, debates, mesa-redonda, reportagem comentada, apresentações culturais.

Dedicamos nossos esforços a todos aqueles educadores, seres aprendentes, que persistem com determinação e amorosa paciência no educar fundado sobre o diálogo, a justiça e a solidariedade, como tão bem defenderam Gandhi e Freire.

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